Honda Accord EX 2.4 Mostra Seus Bons Atributos Para os Consumidores

Considerado como um dos melhores e mais vendidos carros do mundo, o Hond Accord é considerado como um verdadeiro best seller mundial ficando ao lado do seu irmão mais novo o Civic. Apesar do modelo ser bastante popular o sedã japonês é ainda pouco visto no Brasil onde ele é vendido como um tipo de linha desta marca.

O que podemos esperar do modelo

O modelo que está em sua nona geração, o Honda Accord é produzido nos Estados Unidos, no Japão, na Tailândia e também na China. Este modelo é vendido no Brasil e é de origem americana e não japonesa como muitos pensam. Trazer algo da terra dos ienes em alta é um prejuízo na certa, já que os valores ficam altíssimos.

O seu preço porém não é algo exatamente competitivo, e o contrário de alguns dos seus rivais acabou já se distanciando bastante da sua faixa dos R$ 100 mil. A sua versão EX 2.4 custa em torno de R$ 119.900 já sua versão top de linha a EX – L V6 3.5 deverá sair por seus R$ 147.900.

Levando isto em conta, suas vendas realmente não poderiam ser boas, tendo sido emplacados no mercado apenas 164 modelos em seu primeiro semestre. O modelo chega inclusive a perder para o Mercedes Benz Classe E e se mantém com um discreto nono lugar em todo o seu segmento, tudo isto de acordo com a Fenabrave. Para se ter ideia, apenas em Junho foram emplacados apenas 21 exemplares. Quanto ao modelo, se ele poderia ser um pouco mais barato? Se ele viesse do México seria bem provável que sim, mas isso não é possível se contar.

Com todo o imposto de importação o seu valor não baixa. Apesar disto vale a pena ter um modelo na garagem, devido aos seus atributos, apesar disto, os atributos não são suficientes para ter uma compensação do valor sugerido.

Tudo é claro, dependerá de gostos, e do bolso do consumidor, o carro realmente é bonito e chama a atenção por onde ele passa, e isto para muitos é um item que pode ser analisado.

Cidade: Las Vegas

Las Vegas é a grande capital do entretenimento no mundo, e para quem é moralista a famosa capital do pecado. Independente de sua preferência, todos concordam com uma coisa, na cidade onde temos luzes, sonhos, cifras e ainda tudo mais é over, a grande quantidade dos títulos não pode ficar para trás. A capital da extravagância é assim chamada devido a todas as suas exorbitantes quantidades de cassinos, todos com atrações diversas para que os hóspedes não procurem por outras paragens.

O que podemos encontrar de incrível em Las Vegas?

Na cidade de Las Vegas, temos o hotel Paris – Las Vegas, com a maior réplica da Torre Eiffell já erguida no mundo inteiro. E o Luxor conta com o maior farol apontado para os céus de todo o planeta. A Stratosphere abriga na sua torre simplesmente uma montanha russa que é a mais alta do mundo. A quantidade de shows disponíveis, produções de Cirque du Soleil e os restaurantes gigantescos fazem qualquer grande rodízio realmente passar vergonha.

Como um bônus, bem pertinho de Las Vegas fica o Parque Nacional do Grand Canyon, o que é o maior passeio de toda a região.

Como chegar em Las Vegas

Não existem voos diretamente do Brasil para Las Vegas, mas a cidade é acessível através de voos das companhias diversas, como por exemplo a American, a Delta e a United. Todas chegam até o Aeroporto Internacional McCarran que fica localizado dentro de uma área metropolitana. São várias as formas de sair dos terminais para o hotel, desde táxis, que são formas práticas e rápidas. Os pontos ficam nas áreas de recolhimento de bagagens no terminal 1. Outras vans confortáveis fazem o trajeto por apenas 6 dólares por pessoa saindo do Terminal 1 e Terminal 3.

Onde ficar em Las Vegas

Escolher por um bom resort ou hotel é algo essencial para uma boa experiência na região. As diárias surgem de forma muito barata, quando levarmos em conta a sua boa estrutura, seus bons serviços e as localizações dos empreendimentos.

Por isso vale uma pesquisa com o agente de viagens para que possa ter a melhor alternativa de passeio.

Filme: Vertigo ou “Um Corpo Que Cai”

“Um corpo que cai” ou “Vertigo” é considerada a obra prima do mestre do suspense Alfred Hitchcock. Produzido nos Estados Unidos, em 1958, tem roteiro original de Alec Coppel e Samuel A. Taylor. Música de Bernard Hermann, direção de arte de Hal Pereira e  Henry Burnstead, com edição de George Tomasini e figurino de Edith Head. No elenco do filme estão James Stewart, Kim Novak, Barbara Bel Guedes. Foi distribuído pela Paramount Pictures.

“Um Corpo que cai” foi indicado ao Oscar por melhor filme no ano de sua estreia. Contudo, angariou outros prêmios – no Festival Internacional de Cinema de San Sebastian, na Espanha, Alfred Hitchcock foi premiado como melhor diretor e  James Stewart como melhor ator por sua interpretação do atormentado detetive de polícia John Ferguson.

No filme, que usou um dos recursos pioneiros no cinema, já que a técnica usada para as filmagens causam vertigens em quem assiste, conta a história do atormentado chefe – detetive de polícia John Scottie Ferguson, que depois de presenciar um acidente num telhado, se vê acometido de vertigem e acrofobia. Por conta disso, acaba pedindo a aposentadoria e deixando o trabalho na polícia. Embroa Ferguson tente superar seu medo, não obtém sucesso. Sua ex-noiva, então sugere que ele precisa passar por um outro “trauma” para superar seus problemas.

Um antigo amigo da faculdade, pede ajuda a Ferguson, pois acredita que sua mulher Madeleine está possuída por um espírito. A princípio, Ferguson não quer se envolver, mas acaba aceitando a incumbência de seguir a mulher. Ele passa então a seguir Madeleine em todos os locais por onde ela circula, até que Ferguson segue Madeleine ao cemitério, onde vê uma imagem num túmulo de uma outra mulher que é idêntica a Madeleine. Ferguson então passa a investigar com mais profundidade e descobre que, a mulher da foto, havia se suicidado e se chamava Carlotta. Possivelmente, Madeleine estaria possuída pelo espírito daquela mulher.

No desenrolar da história, Ferguson acaba se apaixonando por Madeleine, mas não consegue impedir que outro acidente aconteça, e acaba sendo internado em um sanatório. Ao se recuperar e deixar a instituição, vê na rua outra mulher idêntica a Madeleine, porém vestido de uma forma bastante diferente. Ele passa a persegui-la e quase a obriga a se vestir como sua antiga paixão.  A mulher, Judy Barton, acaba se apaixonando por Ferguson, mas esta guarda um grande segredo.

Filme: Titanic

Filme clássico escrito, produzido, co-produzido e dirigido por James Cameron, em 1977.  Titanic é um clássico do cinema norte-americano, que foi indicado a mais de 14 Oscars, tendo arrebatado 11 estatuetas. Titanic não é somente uma história grandiosa, mas uma produção que alavancou um novo modelo de produção cinematográfica nos estúdios Hollywoodianos. Somente em seu primeiro lançamento, arrecadou mais de 4,4 milhões de dólares, apenas nos Estados Unidos e no Canadá. Em março de 2012, uma versão digital foi lançada arrecadando em apenas um final de semana, e nos Estados Unidos, mais de 17 milhões de dólares.

O roteiro do filme foi inspirado na história verdadeira a respeito do naufrágio do RMS Titanic em 1912, após o navio ter colidido com um iceberg. Estrelado pelos atores Leonardo Di Caprio, no papel fictício de Jack Dawson, e Kate Winslet, como a jovem burguesa falida Rose Dewitt Bukater, o filme tem como pano de fundo a trágica história da noite em que o Titanic, navio considerado indestrutível, naufraga em água gélidas próximas à Nova Iorque.  O filme ainda apresenta algumas personagens históricas como o capitão do navio que via na viagem com o Titanic o grande desfecho de sua carreira.

A história se passa em dois momentos. O filme começa com a expedição do caçador de tesouros, Brock Lovett e sua equipe, em 1996, que estão em alto mar explorando os destroços do navio que naufragou em 1912. Brock está à procura de um colar de diamentes “O coração do Oceano”, que à época pertencia a um jovem rico – Caledon Hockley, que estava à bordo na noite da tragédia.eles recuperam o cofre, mas ficam altamente desapontados ao descobrir que apenas desenhos de uma mulher nua estvam guardados lá dentro. Como a expedição gerava muita expectativa na mídia, é anunciado que o colar de diamantes não fora encontrado.

Uma idosa que assistia a reportagem liga para o caçador de tesouros Brock que, a princípio não acredita na história da velhinha, que afirma ser ela a jovem dos desenhos: Rose Dawson Calvert. Ao ser perguntada sobre o diamante, Rose relembra de seu passado, e conta a história de amor vivida por ela, e Jack Dawson. Brock contesta apresença de um tal “Jack” e Rose afirma o jovem havia conseguido os bilhetes num jogo.

Jack salva a vida de Rose que considera a possibilidade de suícido melhor do que a ideia de se casar forçadamente com Cal, para evitar o declínio financeiro de sua família. Jack e Rose vivem uma história de amor que é narrada pela velhinha, que depois de revelar os segredos guardados naquele navio, vai sozinha até a proa e tiro do bolso “O Coração do Oceano” e se despede dele, atirando-o ao mar.

A música-tema do filme foi a mais tocadas em todas as rádios naquele ano “My heart will go one”.

Filmes: Tempos Modernos

Não há como não falar em filmes clássico e não tratar de “Tempos Modernos” do Grandioso Charles Chaplin. Lançado em 1936, nos Estados Unidos, produzido por Patricius Santans e dirigido por Charles Chaplin, que também é responsável pelo roteiro, traz novamente o personagem ícone – Carlitos, para protagonizar a história do desenvolvimento tecnológico, de forma irônica, densa e ao mesmo tempo, altamente poética. Ou seja, um clássico dos clássicos.

O filme traz no elenco Charles Chaplin, Paulette Goddard, Henry Bergman, Stanley Sandford, Chester Conklin. Comédia dramática, o filme aponta para uma crítica social direta, traz a mensagem de que a industrialização trouxe diversas consequências negativas para o mundo, e em especial para o homem simples, que passa a ser explorado pelos donos das fábricas. O filme levou três anos para ser produzido e finalizado.

Embora tenha sido altamente aclamado pela crítica e pelo público, e considerado um clássico do cinema por cinéfilos do mundo inteiro, “Tempos Modernos” não recebeu uma única indicação para o Oscar. Os especialistas afirmam que isto se deve ao fato de que Chapin fez duríssimas críticas ao estilo americano de viver. Chaplin não era uma das pessoas mais fáceis de se conviver, dizia tudo o que lhe vinha à cabeça e costumava desdenhar daqueles que diziam deter o poder em suas mãos. Chegou mesmo a declarar que se caso ganhasse uma estatueta, colocaria-a em sua porta de entrada para ser usada como uma maçaneta.

O enredo do filme conta a história de Carlitos, um homem que trabalha diariamente numa fábrica, e lá com o trabalho repetitivo e em excesso acaba tendo um colapso nervoso e é afastado do serviço. É levado ao hospital, e quando sai de lá e retorna ao trabalho, vê a fábrica ser fechada por conta de uma crise econômica.

Num segundo plano, acontece a história de uma órfã, que passa a realizar pequenos furtos para poder se alimentar. E após a morte do pai, policiais tentam prendê-la para leva-la para a adoção, mas a jovem acaba fugindo.

Os dois acabam se metendo em outras confusões e graças a estas, também vão ter os seus caminhos cruzados.  A amizade surge entre eles e os dois vão murar juntos em uma casa abandonada; Carlitos, depois de certo tempo, encontra uma nova oportunidade na fábrica, quando esta reabre.

Entretanto, sem querer ele vai se meter em uma nova confusão, quando os operários entram novamente em greve, pois atira uma pedra sem querer na cabeça de um policial. Por outro lado, sua companheira consegue um trabalho com dançarina, que também não dá certo.

Os dois terminam o filme seguindo em uma estrada sem fim.

Em preto e branco, com algumas inserções de falas, uma obra-prima.